Rússia de 2018 pode ser a Coreia de 2002, e Croácia repetir 98

Seleção Russa comemora classificação sobre a Espanha após cobrança de pênaltis | Divulgação

A última seleção anfitriã não favorita a assombrar o mundo foi a Coreia do Sul, em 2002, quando chegou até a semifinal. A Rússia está cada vez mais perto de seguir o caminho. Entre as “visitantes”, esse papel coube à Croácia de 1998, que também se classificou neste domingo. Algumas semelhanças acompanham os europeus agora.

No caso asiático, que serve de inspiração para os russos, também existia uma Espanha no trajeto. A diferença está na fase, de quartas para oitavas de final. A definição da vaga foi igual: nos pênaltis. Na história atual, só faltou polêmica de arbitragem. Ainda bem. Melhor sem ela. Fato é que nada se apresenta mais como impossível a eles numa chave com Suécia, Suíça, Inglaterra e Colômbia, além da vencedora do Grupo D.

Herói da classificação croata, o goleiro Subašić defendeu três pênaltis na partida decisiva | Divulgação

Já os croatas debutavam em 98. Agora estão mais experientes nesse assunto chamado Copa. Porém, nas duas situações, enfrentaram a Argentina na fase de grupos. Na França, perderam. Em território russo, triunfaram.

Neste domingo (1), o time de Modric sofreu, jogaram abaixo do normal, ele perdeu pênalti, mas, no fim, vencerem a Dinamarca, após o 1 a 1 com bola rolando. Irão enfrentar justamente a dona da casa, que segurou a preguiçosa Fúria, de um “tiki taka” decadente de eficiência. Outro triunfo nas penalidades.

Nesta terça será a vez do Brasil. Já que o tema aqui é coincidências, os pentacampeões nunca sofreram gol, nem perderam para o México. A ver o desfecho deste capítulo.

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