Tremor de terra de magnitude 3.1 atinge o Rio de Janeiro
Um tremor de terra de magnitude 3,1 na escala Richter foi registrado no litoral do estado do Rio de Janeiro na madrugada desta sexta-feira, 22 de maio.

Um tremor de terra de magnitude 3,1 na escala Richter foi registrado no litoral do estado do Rio de Janeiro na madrugada desta sexta-feira, 22 de maio. O abalo sísmico ocorreu próximo à região oceânica entre os municípios de Maricá e Niterói, segundo informações preliminares divulgadas por órgãos de monitoramento sísmico e repercutidas por veículos de imprensa.
Moradores relataram nas redes sociais que sentiram leves vibrações em prédios, janelas balançando e um “estrondo rápido” durante a madrugada. Em bairros da Região Metropolitana do Rio, alguns internautas disseram ter acordado assustados após perceberem pequenas oscilações em móveis e portas. Até o momento, não há registro de feridos ou danos estruturais.
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De acordo com especialistas da Rede Sismográfica Brasileira e do Centro de Sismologia da USP, o tremor foi considerado de baixa intensidade e provavelmente ocorreu em pequena profundidade, característica comum em eventos sísmicos registrados na costa sudeste brasileira.
Tremor no Rio de Janeiro repercute nas redes sociais
O assunto rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, com moradores do Rio de Janeiro compartilhando relatos e dúvidas sobre a possibilidade de novos tremores. Muitos usuários afirmaram nunca ter sentido um terremoto antes no estado.
Embora terremotos sejam menos frequentes no Brasil quando comparados a países localizados em áreas de encontro de placas tectônicas, pequenos abalos sísmicos acontecem regularmente em território brasileiro.
Especialistas explicam que o Brasil está situado no interior da Placa Sul-Americana, uma região considerada geologicamente mais estável, mas ainda sujeita a pequenas acomodações tectônicas.
Região costeira do RJ é monitorada por atividade sísmica
Segundo geofísicos, a margem oceânica do Sudeste é uma das áreas brasileiras com maior recorrência de pequenos tremores offshore, especialmente no litoral fluminense e paulista. Esses eventos normalmente possuem baixa magnitude e raramente causam danos à população.
O Centro de Sismologia da USP mantém monitoramento constante dos abalos registrados no país. Dados recentes mostram que tremores de baixa magnitude têm sido identificados com relativa frequência na costa brasileira nos últimos anos.
O que fazer em caso de terremoto?
- Especialistas orientam que, em caso de tremores perceptíveis:
- Evite correr imediatamente para escadas ou elevadores;
- Afaste-se de janelas e objetos que possam cair;
- Procure locais seguros e estruturados;
- Mantenha a calma e acompanhe informações oficiais.
Apesar do susto causado pelo terremoto desta sexta-feira, autoridades reforçam que não há risco de tsunami nem expectativa de novos tremores fortes na região.
